Radiohead em SP e como foi o Soundhearts festival

radiohead

Oi pessoal, tudo bem com vocês?
Quase uma semana depois do show eu parei pra escrever sobre ele hahaha Essa semana foi uma loucura mas vamos lá!
Bom, o meu foco nesse festival era ver o Radiohead e como o próprio dia 22 foi uma loucura, cheguei quase na hora da atração principal e mesmo assim foi tudo muito tranquilo e organizado!
Com um atraso de poucos minutos, a banda entrou no palco e a galera foi a loucura.

O show completo foi mais ou menos como eu imaginei que seria mesmo, algo totalmente diferente de tudo o que eu já presenciei. Pra mim, foi mais um experiência do que um show musical em si. Todo o clima que a banda traz, a escolha do setlist, o jogo de luzes e as pausas entre as músicas faz com este seja um show totalmente a parte dos de outras bandas.

O Radiohead escolheu um setlist longo com muito mais psicodelia do que tristeza, mas sempre com aquele clima deles que a gente já conhece.

Como eu já fui em muitos shows, estranhei um pouco as pausas entre as musicas, mas isso se compensa pela quantidade de musicas que eles tocaram em duas horas e meia de show. Além disso, o telão não funcionou em alguns momentos e até agora eu não sei se isso foi proposital, como parte daquela maluquice toda que eles fazem, ou se realmente foi um problema técnico ahahah E mesmo isso parecendo um problema, como essa duvida cai sob o público significa que está tudo bem no final das contas, não deixamos de aproveitar nada por conta disso. Afinal de contas, eu não acho que o show do Radiohead foi feito para ser visto, como foco principal, mas sim para ser sentido. É tudo muito sensorial pra você se importar com a questão da distancia que ficou ou do telão funcionar.

Como eu sou um pouco clichê, senti falta de Creep sim e não nego, mas isso também não diminuiu a grandeza dessa experiência, é só um ponto pequeno dentro de todo o evento hahahah.

Um coisa que achei muito legal em relação a organização foi a maneira como eles lidaram com o estádio não estar lotado. A arquibancada superior simplesmente não existiu, todo mundo foi colocado pra baixo pra que ficasse mais organizado e os melhores lugares não fossem desperdiçados. Existem aqueles que acham injusto essa vantagem pra quem comprou o ingresso mais barato, mas eu acho que é uma boa solução pra se ocupar os melhores espaços. Ponto positivo pra organização.

Resumindo, eu amei essa noite, vai ficar na minha memória pra sempre e se vocês tiverem a oportunidade de ver esses britânicos um tanto quanto peculiares ao vivo, eu recomendo com toda certeza. É uma experiência incrível em ser vivida <3

Um beijo e até a próxima <3

Setlist: (criei uma playlist lá no spotify chamada “Radiohead 2018 SP” com o set completo e na ordem)

1. Daydreaming
2. Ful Stop
3. 15 Step
4. Myxomatosis
5. You and Whose Army?
6. All I Need
7. Pyramid Song
8. Everything in Its Right Place
9. Let Down
10. Bloom
11. The Numbers
12. My Iron Lung
13. The Gloaming
14. No Surprises
15. Weird Fishes/Arpeggi
16. 2 + 2 = 5
17. Idioteque
Bis:
18. Exit Music (for a Film)
19. Nude
20. Identikit
21. There There
22. Lotus Flower
23. Bodysnatchers
Bis 2:
24. Present Tense
25. Paranoid Android
26. Fake Plastic Trees

 

 

 

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Soundhearts Festival

Um festival bem diferente surgiu pra nós nesse ano de 2018. Com o Radiohead a frente de tudo (headliner e curador do evento) teremos um festival em estádio com uma estrutura de apenas um palco. Eu estou bem curiosa com este formato, acho que vai ser bem legal pra aproveitar de tudo e conhecer novos artistas.  Aqui no brasil o Soundhearts vai acontecer dia 20 de abril em no Allianz Parque em SP e dia 22 no Parque Olímpico, Rio de Janeiro.

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A realização do evento ficou por conta da Move concerts e no line up encontramos Flying LotusJununAldo the Band e claro, Radiohead.

A turnê Brasileira é apresentada pelo Banco do Brasil como patrocinadores temos Itaipava e TNT Energy Drink.

Eu quero muito conferir o evento, curtir o som melancólico cheio de poesia do Radiohead e depois contar tudo pra vocês. Quem ai já está com o ingresso garantido?

Se não estiver, as vendas estão rolando na Livepass.

Beijos e até mais

Foo Fighters e Queens of the Stone Age em São Paulo | 27.02.2018

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Ontem (dia 27 de fevereiro) foi o primeiro show do Foo Fighters e Queens of the Stone Age aqui em São Paulo.

O evento teve uma abertura incrível da banda brasileira Ego Kill Talent. No show os meninos mostraram que não estão pra brincadeira e com certeza conquistaram muitos fãs com esta abertura muito bem feita.

Na sequência veio o Queens, 10 minutos antes do programado, com um cenário muito legal cheio de bastões maleáveis de luz onde eles fizeram várias “gracinhas” durante o show.

Em 1h20 Josh se mostrou simpático mas o seu jeito marrento permanece. Com uma performance super psicodélica (que me surpreendeu bastante) a banda tocou grandes sucessos, algumas músicas menos conhecidas para agradar os grandes fãs, interagiu bem pouco com o público, dançou muito e finalizou o show simplesmente acabando a última música e indo embora sem dar tchau hahhaha.

Em sua curta interação com o público Josh mandou uma mensagem de viver o hoje e não se importar com o passado ou futuro e assim se divertiu muito no palco com sua banda e público, focando sempre na música.

Depois de uma pausa para a troca de instrumentos as luzes se apagaram, os corações de todos já estavam saindo pela boca e seguido pelo líder Dave Grohl, o Foo Fighters entrou no palco com o humor lá em cima levando o estádio aos gritos.

O show começou com “Run” a música mais famosa do último álbum lançado e seguiu com os hits mais pesados da banda, sem pausa ou cumprimentos, como se a gente precisasse muito daquelas músicas naquele momento. Logo antes da primeira meia hora de show já estávamos todos muito suados e cheios de energia pra continuar com essa terça feira incomum.

Ao contrário do queens, nosso foofa é conhecido pela simpatia, bom humor e grande interação com o público e foi exatamente assim que eles deixaram a terça feira dos paulistanos mais feliz. Não tem como negar o carisma do Dave, ele não para um segundo, faz muita graça, interage com a banda, com o público, chama fã no palco… Não é atoa que ele é conhecido como o rockstar mais legal dos últimos tempos.

Eu amei o show do começo ao fim mas não pude deixar de notar a grande semelhança com o show de 2015 com o diferencial apenas do álbum novo. Os shows do foo fighters são sempre muito bem feitos, divertidos e incríveis para o público mas eles só tocam seus grandes sucessos. Raramente eles escolhem uma música ou outra menos conhecida pra dar uma aquecida no coração dos fãs que conhecem de tudo. Eu mesma sinto muito a falta de músicas incríveis que não são grandes hits como “Come Alive”, “Dear Rosemary”, “Alandria” e “Long Road to Ruin”. Mas o fato de ser um show de sucessos não diminui sua qualidade nem faz com que a gente saia do evento chateados, a banda segura bem a galera e deixa a nossa energia lá em cima. Nesse primeiro show de São Paulo, tivemos a regalia de Big Me, música que não entra neste setlist marcado de sucessos.

Durante a apresentação dos integrantes da banda rolaram alguns covers muito legais e bem feitos e logo em seguida quem assumiu o microfone foi o Taylor, deixando as baquetas nas mãos do Dave para o cover já esperado de Under Pressure.

Também como esperado a banda fez uma pausa, mas o que nos surpreendeu foi mais uma cena de interação bem diferente. Enquanto a banda estava em sua pausa o público começou a  gritar por mais e eis que aparecem Dave e Taylor no telão, conversando através gestos com o público em uma discussão com pauta em quantas músicas eles deveriam tocar neste final de show.

E é claro que a banda finalizou o a noite com muita qualidade e simpatia. Foi um show longo, impecável, com direito a palco elevado na bateria para o solo do Taylor e tudo. O Foo Fighters poderia vir todo ano pra São Paulo, com certeza seu público iria em todos os shows.

Em relação ao evento tudo foi bem organizadinho, todas as bandas foram bem pontuais, rolou umas atividades de interação com foto e alcance vocal com direito a brindes, o evento acabou a tempo de pegar metrô e os seguranças dentro do estádio estavam distribuindo águas durante os shows, o que ajuda muito pra que a gente não passe mal no meio da galera haha. A única coisa chata que aconteceu com a gente foi que não podia entrar de mochila, sendo que em todos os outros shows que fomos, inclusive no Allianz, podiam levar. E além disso não encontramos informações antes do evento proibindo o acessório.

Eu sei que eu sai do estádio com um sorriso no rosto, o coração cheio de alegria e a vontade de voltar pro segundo dia de show. Pena que a vontade e o dinheiro no bolso não caminham juntos. Seguirei com a lembrança de uma noite incrível e a espera da volta dos Foos pra São Paulo <3

Confira o Setlist do dia 27:

Run
All my Life
Learn to Fly
The Pretender
Sky is a Neighborhood
Rope
Sunday Rain
My Hero
These Days
Walk
Breakout

Apresentação da banda com covers:
Under my wheels (Alice Cooper)
Another One Bites the Dust (Queen)
Miss you (Rolling stones)
Blitzkrieg Bop (Ramones)
Love of my life (Queen)
Under Pressure (Queen)

Monkey Wrench
Times Like These
Generator
Big Me
Best of You
Dirty Waters
This is a Call
Everlong

 

 

A Noviça Rebelde no Teatro Renault

Eai pessoal, tudo bem com vocês? Olha eu aqui de novo pra falar de musicais hehe
Quero muito sempre trazer este tema aqui pra vocês já que amo tanto e acompanho.

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Bom, a adaptação da vez é “A Noviça Rebelde” que já está com o elenco fechadinho e ingressos à venda. A estreia está marcada para o dia 4 de abril no Teatro Renault, aqui em São Paulo.

O filme de 1965 já teve seu musical brasileiro nos teatros a 10 anos atrás e nos conta uma história que se passa na Áustria, década de 30, com os nazistas prestes a se entrar  no país. Uma noviça que vive em um convento e não consegue seguir as normas vai trabalhar como governanta na casa do viúvo capitão Von Trapp que tem sete filhos e já chega mudando toda a rotina desta casa. A casa do capitão segue muitas regras e padrões e a noviça traz a alegria que faltava ao lar da família, conquista de cara o carinho das crianças, mas termina se apaixonando pelo capitão que já está comprometido com alguém da alta sociedade.

É um musical divertido que nos mostra como levar uma vida leve, fala de amizade, amor, família e nos envolve do começo ao fim.

Eu estou bem ansiosa para ver a adaptação para os palcos. Achei o elenco bem “TV” e estou bem curiosa para ver esses atores no teatro. E vocês? Já curtem a história e estão animados pro teatro?

O Fantasma da Ópera volta para São Paulo em 2018

Oi pessoal, tudo bem com vocês? Faz tempo que não apareço por aqui não é mesmo? Mas hoje eu vim com notícia boa para os fãs de musicais, assim como euzinha. Hoje, dia 26/01/2018 se completam 30 anos desde a estréia do Fantasma da Ópera na broadway e é exatamente sobre esse musical maravilhoso que eu vou falar aqui.

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Todo ano a t4f traz um grande musical para São Paulo. O ano passado tivemos “Les Miserábles” em cartaz por 9 lindos meses e depois de um musical tão denso e detalhado estávamos nos perguntando o que viria a seguir. Pois bem, 2018 é o ano da nova montagem de “O Fantasma da Ópera”! ou seja, apostaram bem e já estamos todos muito ansiosos.  A estreia deve acontecer no Teatro Renault, em São Paulo, um pouco antes do meio do ano já que as audições acabaram de ser anunciadas.

A adaptação original foi criada em 1986 por Andrew Lloyd Webber e ainda segue em cartaz na Broadway, o lar doce lar dos musicais. Trata-se de um romance francês escrito por Gaston Leroux que também nos traz um tanto de drama e suspense.

O fantasma já passou pelo Brasil em 2005, no antigo Teatro Abril e já haviam alguns rumores de que este ano ele estaria de volta. Agora é oficial, estão animados? Eu estou muito, vou rever o filme até lançar a peça e também já estou indo atrás do livro que ainda não tenho. O que vocês acham de um post/vídeo dedicado somente a trama antes dela chegar aos palcos paulistas?

Beijos e até mais :D